quarta-feira, 19 de maio de 2010

EXPERIMENTOS NAZISTAS


O médico Josef Menjele, Realizou suas conhecidas experiências durante a Segunda Guerra Mundial, nos campos de concentração nazistas. Alguns de seus terríveis experimentos foram os seguintes: injetar tintas nos olhos de crianças para verificar mudanças nas cores originais; tentativas para medir quanta força é necessária para quebrar um osso humano (em vida, é claro); colocar prisioneiros judeus em enormes fornos para verificar quanto tempo é necessário para que o corpo humano sofra queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus.

Outras experiências foram feitas com gêmeos, que eram costurados juntos para verificar se ocorria a formação de gêmeos siameses.

O médico também experimentou passar vidro moído em machucados, para ver qual era o efeito. As técnicas realizadas pelo médico feriram e mataram milhares de pessoas, além de causar danos irreversíveis ao povo judeu e mostrar um novo lado da depravação e crueldade humana.

O MAIOR AMIGO DO HOMEM


Medindo quase 1 metro de altura da pata ao ombro e pesando 111 kg, George pode ser reconhecido como o maior cachorro do mundo. O Great Dane Blue de quatro anos vive na cidade de Tuscon, no Estado norte-americano do Arizona, parece mais um pequeno cavalo do que um cão. Segundo o site Daily Mail nesta terça-feira (22), os donos do animal só estão esperando a confirmação do Guinness para estabelecer o recorde mundial, mas já o colocaram até no Twitter e Facebook para se comunicar com os fãs.
Segundo o casal David e Christine Nascer, George mede 2,2 metros do focinho ao rabo e poderia tomar o título atual de Gibson, uma cadela Great Dane que morreu de câncer em agosto. "Ele é muito, muito único", disse David ao site britânico, explicando ainda que ele e a esposa cuidam do cão desde que o animal tinha sete meses de vida.
Segundo Nasser, o cachorro come quase 50 kg de comida por mês e dorme sozinho na própria cama de casal tamanho "Queen Size".
Os donos tiveram que cedê-la quando perceberam que George crescia rápido demais para que os três compartilhassem os lençóis.
Agora, atualizam diariamente as contas do Twitter e Facebook com fotos e informações sobre o animal de estimação.O veterinário William Wallace, que testemunhou a documentação necessária para o recorde no livro Guinness, afirmou que "em 45 anos de experiência trabalhando com cachorros gigantes, sem dúvida, George é o maior cão que eu já vi".
No entanto, outros animais ainda disputam pelo título no livro dos recordes.

CÃES GANGURUS


Esses São Cute e Bambi. Eles nasceram com uma deformidade e suas patas dianteiras não se desenvolveram, mesmo assim eles vivem muito bem em Quezon City, Philippines, onde são chamados de cães canguru

UM TEXTO SÓ COM A LETRA "P"

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor Português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar Panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se, principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profunda privação passou Pedro Paulo.
Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… – Preciso partir para Portugal por que pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.
Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. – Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém Papai Procópio partira para Província.
Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.
Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: – Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.Porque pintas porcarias? – Papai, – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitistes, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo parapraticar profissão perfeito: pedreiro!Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaus, piabas, piaparas, pirarucus.
Partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.Pobre Pedro Paulo pereceu pintando…Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, poispretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar.Pensei. Portanto, pronto: Pararei!·

A DOENÇA DO SONO


Sua vida não tem nada de um conto de fadas ainda que sua família e amigos a chamem A Bela Adormecida. Luoisa Ball, uma britânica de 15 anos, padece de um raro transtorno do sono que leva a dormir duas semanas de sem acordar. Por causa deste problema, a jovem não pode levar uma vida normal já que perde a escola, os exames e suas aulas de dança.

O nome da doença desta jovem de Worthing é Mal de Kleine Levin e sua patogenia é desconhecida. Este transtorno caracteriza-se por episódios periódico-recorrentes de sonolência e pela presença de alterações neurovegetativas e psicopatológicas.

Louisa Ball descobriu a presença da doença em 2008, porque sempre estava exausta e com sonho.A mãe de Louisa Ball assegura que sua filha dizia coisas sem sentido e começou a dormir na sala de aula.

Um mês mais tarde podia passar dez dias sem sair da cama e foi então que a família se assustou seriamente. Desde então é necessário acordá-la para tomar ao banho e para comer a cada 22 horas.O pai de Louisa, Robert Ball, de 44 anos, sustenta que sua filha pode cair em transe a qualquer momento e quando acorda não recorda absolutamente nada.

Por causa do desconhecimento sobre a doença e da impossibilidade de ter uma vida normal Louisa foi transladada ao hospital St Goorge em março do 2009, onde se encontra atualmente.

terça-feira, 18 de maio de 2010

OS GUERREIROS NINJAS


As atividades dos ninjas antigos datam do período Heian na China (794-1185) até a era Kamakura no Japão (1192-1333).


Essa época foi o apogeu do ninjutsu antigo. Essa arte se baseava na mistura de truques mágicos e suas capacidades técnicas tendo como origem os monastérios do Tibet, desenvolvendo-se por completo nos Templos Shaolin na China.


Mais tarde no Japão a arte se desenvolveu plenamente. Lá foram criadas técnicas incríveis que foram documentadas nos manuscritos chamados de Torimaki. Muitos desses registros não foram decifrados até hoje porque usavam códigos secretos para não caírem em mãos inimigas. Apenas as famílias que conservaram até os dias atuais tem acesso aos torimaki e sabem sua tradução.

Os ninjas antigos desenvolveram suas técnicas por necessidade, devido a grande opressão existente no lugar onde viviam, especialmente na China e no Japão. Antigamente a tradição era transmitida de pais para filhos e por isso se considerava uma família (ryu) e não uma escola (kai).

Muitas das técnicas dos ninjas se baseiam na natureza, nos animais, no corpo humano e sobretudo na astúcia do modo de atacar dos animais. Por isso suas técnicas se desenvolveram nas montanhas, nos campos, lagos, rios, mares, etc... hoje em dia suas técnicas continuam sendo ensinadas da mesma maneira diferentemente das outras artes marciais. As práticas no campo aberto se realizam com o objetivo de tornar os ninjas mais rápidos, mais fortes e mais audazes.

Os ninjas consideram que a natureza é o melhor meio para o treinamento, melhor que um dojo. Os ninjas antigos conviviam com a natureza ao ponto de depender dela e por isso consideravam o ninjutsu uma forma de vida e não uma arte marcial.


Muitos podem pensar que seus treinamentos não servem para a vida cotidiana hoje em dia e só servem para enfrentar uma guerra.

Isso é totalmente contrário ao pensamento ninja que treinava e ainda treina para ajudar as pessoas e para ser melhor como pessoa tendo valores em uma sociedade perdida e caótica como a que vivemos atualmente.

Esses incríveis mestres na arte de camuflagem desenvolveram técnicas e armas para se infiltrarem em qualquer lugar. Suas técnicas de espionagem se baseiam no antigo livro chinês “A arte da Guerra” de Sun Tzu.
Sua resistência ao frio e a dor era prodigiosa. Sua coragem era superior ao do samurai. O ninja antigo, sem dúvida não considerava desonroso fugir, porque assim teria uma segunda oportunidade para atacar. O que importava era cumprir a sua missão.


Se era capturado preferia se suicidar, não porque não dava valor a vida, mas porque sabia que seria submetido a torturas das mais cruéis para delatar suas famílias. Por isso não duvidavam em se suicidar, pela honra da sobrevivência de sua espécie.


Lendas antigas japonesas dizem que os clãs ninjas descendem de uma criatura chamada Tengu, um híbrido meio-homem, meio-corvo com o poder de alterar a natureza e as mentes dos homens. Independente de sua origem, os Ninjas são famosos como espiões, assassinos e guerreiros.

Poucos sabem que os ninjas realizam muito mais do que simples assassinatos. O Ninjitsu é na verdade um modo espiritual de vida, enfatizando a natureza e o conhecimento interior.
Também enfatiza a vida marcial, tanto para proteção de seus templos sagrados (Mikkyo) quanto para o sustento de sua família.


Membros de clãs Ninjas iniciam seu treinamento aos cinco anos. Quando eles chegam à adolescência, eles já se tornaram espiões e guerreiros.
Através da história, os Ninjas foram tratados supersticiosamente pelos camponeses e pela nobreza japonesa. Isto não é somente pelo seu talento em furtividade e infiltração, mas também por causa de suas habilidades misticas. Kuji-in (posições de mão para canalizar Chi) e Saiminjutsu (hipnotismo) permitem ao ninja influenciar o mundo a sua volta e as mentes de seus oponentes. Estas habilidades são seus maiores segredos, e um ninja morrerá mas não revelará eles a ninguém.

As “posições de mãos” nunca são ensinadas a um não membro do clã ninja.
Ao contrário do Karatê, Ninjitsu não treina os lutadores para que consigam derrubar um oponente com um poderoso golpe.

Um Ninja irá cansar um adversário até que ele baixe sua guarda e o ninja desfira um golpe decisivo. Isto não significa que os ninjas não saibam desferir poderosos golpes: eles meramente os guardam para os momentos críticos. Ninjas preferem blefar e confundir seus alvos desaparecendo bem na frente de seus olhos. Movimentos furtivos, o uso das sombras e o uso de trajes escuros fazem com que seja difícil acertá-lo. Lutadores comumente se desconcentram e perdem de vista seu oponente Ninja. Esse é o maior erro que poderiam cometer.

O treinamento com armas também faz parte das habilidades ensinadas pelo Ninjitsu, de fato, Ninjas frequentemente lutam entre os Duelistas. Uma grande variedade de armas, usualmente relíquias de família, são usadas pelos ninjas.

As mais comuns são a Ninja-To (uma afiada espada curta) e o Shuriken (estrela de arremesso). Armas modernas são evitadas pelos Ninjas a não ser em situações particulares que assim o exijam, como atacar um avião em pleno vôo (um shuriken não é muito útil nesse caso). Armas nunca são usadas contra um oponente desarmado, ao contrário dos filmes, Ninjas são muito honrados, embora existam exceções.

O Ninjitsu Clássico também treina o estudante nos caminhos da espionagem. Muitos Shoguns antigos e samurais poderosos caíram devido a infiltrações de espiões ninjas.
A organização de um clã Ninja segue um sistema de três camadas, onde estão os Postos de Clã.


O Jonin, ou “homem do alto“ mantém a disciplina do clã e controla a rede inteira de espiões. Abaixo dele estão os Chunins, ou “homens do meio”. Muitos Chunin podem ser controlados por um único Jonin, que os protege e comanda. A base da pirâmide é composta pelos Genin, ou “homens de baixo”: estes são os “soldados” do clã.

Os Ninjas respeitam a importância das mulheres, não somente como espiãs mas como guerreiras. Todas as mulheres de um clã ninja são treinadas no estilo Ninjitsu. Ninjas mulheres são chamadas de Kunoichi e são tão poderosas quanto suas contrapartes masculinas.
Em anos recentes, os clãs Ninjas ancestrais decidiram que sua presença deveria ser conhecida, mas não para o público em geral. Isto serve para o propósito de desmistificar o estereótipo criado em torno dos filmes e livros modernos, visando educar aqueles que se interessarem por sua filosofia mística.

Ao mesmo tempo, os clãs enviam seus representantes e espiões para todos os lugares do mundo para aumentar seu poder e influência. Recentemente os clãs descobriram o circuito Street Fighter e começaram a participar de algumas batalhas, vendo no circuito uma excelente oportunidade de oferecer seus serviços a poderosos contratantes.
Habilidades Comuns

Prontidão, Interrogação, Perspicácia, Manha, Lábia, Luta às Cegas, Segurança, Furtividade, Sobrevivência, Investigação, Conhecimento de Estilos.

Escolas: Escolas de Ninjitsu são raras, mas relativamente fáceis de encontrar, e os ensinamentos básicos do Ninjitsu podem ser ensinados a qualquer um. Para aprender os poderes místicos do Saiminjutsu, o lutador deve ser aceito no dojô de um clã ninja e adotado por uma família. Poucos gaijin (estrangeiros) existem dentro da comunidade ninja.
Membros: qualquer um pode ter lições em um dojô Ninja comercial, mas um verdadeiro ninja descende de algum clã japonês.

Conceitos: Ninjas são mestres da ilusão e espionagem, podendo esconder dos outros a sua profissão.


Chi Inicial: 5
Força de Vontade Inicial: 2

Lema: Lutadores de Karatê e Kendô competem para marcar pontos. Um verdadeiro Ninja luta pela vida - sua ou a de seu oponente.

O ORÁCULO DE DELFOS


Delfos



O famoso santuário grego, hoje declarado Património Mundial pela Unesco, foi reconhecido como o maior centro religioso da Antiguidade, situado na planície dos montes de Parnaso. De acordo com a tradição terá sido fundado devido a uma fissura na terra de onde saiam vapores naturais que levariam ao transe e à previsão do futuro. De acordo com a mitologia, Zeus enviou duas águias, uma para Oeste e outra para Este e o local onde se encontraram foi em Delfos considerado, por isso, o centro do mundo.




O primeiro oráculo foi dedicado a Geia, a Deusa Mãe, a terra. Apolo terá lutado com a serpente Piton guardiã do Santuário Apolo conhecido como o deus da luz, da harmonia e da ordem. Também era o Deus que possuía o dom da profecia, e através dele o oráculo comunicava a infalível vontade de Zeus aos homens.Sócrates foi considerado pelo oráculo o homem mais sábio do mundo, pela consciencialização dos seus conhecimentos e da sua ignorância.






10 FATOS SOBRE NOSSO CORPO

É a mais perfeita máquina já produzida. Nosso corpo humano é uma uma ampla rede de múltiplas combinações. Tão ampla, que se apurarmos alguns fatos sobre ele, ficamos deslumbrados. Confira 10 fatos extraordinários sobre o nosso corpo.


Você pode viver sem muitos dos seus órgãos internos
Muita gente imagina que seja impossível viver sem um órgão interno. Isso é verdade para um órgão vital, como o coração. Na verdade, se você remover um baço, um rim, um pulmão, 75% do seu fígado, 80% dos seu intestino e a maioria dos órgãos localizados na pelve e região da virilha ainda permanecerá vivo.

A morte de centenas de células
A cada minuto nosso corpo morre, isso é um fato. A cada 60 segundos, nosso corpo perde 300.000.000 células. Sim, isso mesmo, perdemos quase a população dos Estados Unidos. No entanto, para equilibrar a perda, nosso copo produz mais células do que perde.

Seu cabelo é o superman do seu corpo
Quando dizemos que seu cabelo é o Superman do corpo, o que queremos dizer é que seu cabelo é praticamente indestrutível. Múmias que datam de milhares de anos ainda possuem cabelos. As mudanças no clima, umidade e temperatura não podem ferir seu cabelo. A única fraqueza real do cabelo é o fogo, provavelmente porque seu cabelo é composto de carbono.


Cuidado com o poder dos ácidos estomacais
Seu estômago é uma parte muito poderosa do seu corpo. Os ácidos estomacais que circulam no seu corpo são tão fortes que podem dissolver zinco. Você pode perguntar por que ele não consome seu próprio corpo. A resposta está no rápido poder de renovação do estômagos, que não deixa tempo suficiente para que o ácido corroa o revestimento. Se não fosse por essa capacidade de renovação, teríamos um grande buraco em nosso corpo em minutos.


Seus pulmões, ossos e unhas
Aqui estão essencialmente três fatos em um. Em primeiro lugar, seus pulmões estão cheios de pequenos vasos sanguíneos chamados capilares. Em ambos os pulmões existem 300,000 milhões de capilares. Se você colocar todos os capilares lado a lado, chegará a 1.500 km. Em segundo lugar, podemos quebrar os nossos ossos, entretanto, eles são muito fortes. Um bloco de ossos do tamanho de uma caixa de fósforos pode suportar o peso de nove toneladas. Em terceiro lugar, suas unhas crescem sem parar. Se você perder uma unha, vai demorar seis meses para que ela volte a ter seu tamanho real.



Crescemos todas as noites
Sim, isso é verdade, todas as noites seu corpo cresce um pouco. O corpo cresce porque seus discos de cartilagem são espremidos pela força da gravidade, quando você está de pé ou sentado. Então, quando você acorda e começa a andar, a sua altura encolhe e volta ao tamanho normal.




Filtro da natureza
Seus rins ajudam a livrar as toxinas de nosso corpo. Sem nossos rins, iríamos morrer. A razão para isso é a incrível capacidade de filtragem dos rins. Cara rim contém um milhão de filtros. Isso significa que seu corpo tem dois milhões de filtros individuais, que podem filtrar 1,3 litros de sangue por minuto e expelem 1,4 litros de urina por dia. Sem essa vital importância, seu corpo rapidamente se enche de toxinas e você fica rapidamente doente e muito perto da morte. É por isso que as pessoas, cujos rins não funcionam corretamente, precisam fazer diálise renal.




Nosso corpo é muito quente
O corpo humano é uma grande produtora de energia. Quando você olha para uma imagem do corpo humano com tecnologia de infravermelho, verá quanto calor ele irradia. Esse calor é gerado dentro de nosso corpo e ajuda a nos manter vivos. Na verdade, o corpo humano gera tanto calor que em apenas 30 minutos é capaz de ferver metade de um galão de água. Isso pode não parecer muito, dado que você pode ferver água em apenas alguns minutos no fogão, mas lembre-se que o seu corpo está fervendo essa água não fazendo nada… mantendo-se vivo.



Somos seres visuais
Somos seres visuais por causa da quantidade de informação que processamos através de nossos olhos, e não através de outros sentidos. Processamos cerca de 90% de todas as nossas informações através dos olhos. Os outros 10% são processados pelos nossos outros quatro sentidos: paladar, tato, audição e olfato.

Quebrando o limite da velocidade
Nossos corpos não se movem tão rápido quanto os outros animais, como a chita, por exemplo, mas um espirro pode ultrapassar os 160 km/h. Isso é bastante rápido, considerando que ele está saindo do nosso rosto.
Fonte: ciencia do corpo humano

sábado, 15 de maio de 2010

O SANTO GRAAL


Toda a história é mudada quando contada pelo alemão Wolfram von Eschenbach, quase ao mesmo tempo que Boron. Em "Parzifal", Eschenbach coloca na mão dos Templários a guarda do Graal que não é uma taça, mas sim uma pedra: "Sobre uma verde esmeralda. Ela trazia o desejo do Paraíso: era objeto que se chamava o Graal"!



Para Eschenbach, o Graal era realmente uma pedra preciosa, pedra de luz trazida do céu pelos anjos. Ele imprime ao nome do Graal uma estreita dependência com as forças cósmicas. A pedra é chamada Exillis, Lapis exillis ou Lapis ex coelis, que significa "pedra caída do céu".




É a referência à esmeralda na testa de Lúcifer que representava seu Terceiro Olho. Quando Lúcifer, o Anjo de Luz, se rebelou e desceu aos mundos inferiores, a esmeralda partiu-se pois sua visão passou a ser prejudicada. Um dos três pedaços ficou em sua testa, dando-lhe a visão deformada que foi a única coisa que lhe restou. Outro pedaço caiu ou foi trazido à Terra pelos anjos que permaneceram neutros durante a rebelião. Mais tarde, o Santo Graal teria sido escavado neste pedaço. Compare o Graal-Pedra de Eschenbach com a não menos mítica Pedra Filosofal que transformava metais comuns em ouro, homens em reis, iniciados em adeptos. Matéria e transmutação, seres humanos e sua transformação. O alemão têm como modelo de fiéis depositários do cálice sagrado os Cavaleiros Templários.




Seria Wolfran von Eschenbach um Templário? Era a época em que Felipe de Plessiez estava à frente da ordem quase centenária. O próprio fato de ser a pedra uma esmeralda se relaciona com a cavalaria. Os cavaleiros em demanda usavam sobre sua armadura a cor verde, sinônimo de vitalidade e esperança. Malcom Godwin, escritor rosacruz, refere-se a Parzifal da seguinte maneira: "Muitos comentadores argumentaram que a história de Parzifal contém, de modo oculto, uma descrição astrológica e alquímica sobre como um indivíduo é transformado de corpo grosseiro em formas mais e mais elevadas".




Nesta obra que é um retrato da Idade Média - feito por quem sabia muito bem sobre o que estava falando - reconhece-se uma verdadeira ordem de cavalaria feminina, na qual se vê Esclarmunda, a virgem guerreira cátara, trazendo o Santo Graal, precedida de 25 segurando tochas, facas de prata e uma mesa talhada em uma esmeralda.




Na descrição do autor da cena de Parzifal no castelo do Rei Pescador (que assim como Jesus, saciara a fome de muitas pessoas multiplicando um só peixe) lemos: "Em seguida apareceram duas brancas virgens, a condessa de Tenabroc e uma companheira, trazendo dois candelabros de ouro; depois uma duquesa e uma companheira, trazendo dois pedestais de marfim; essas quatro primeiras usavam vestidos de escarlate castanho; vieram então quatro damas vestidas de veludo verde, trazendo grandes tochas, em seguida outras quatro vestidas de verde (...). "Em seguida vieram as duas princesas precedidas por quatro inocentes donzelas; traziam duas facas de prata sobre uma toalha. Enfim apareceram seis senhoritas, trazendo seis copos diáfanos cheios de bálsamo que produzia uma bela chama, precedendo a Rainha Despontar de Alegria; esta usava um diadema e trazia sobre uma almofada de achmardi verde (uma esmeralda) o Graal, ‘superior a qualquer ideal terrestre’".



As histórias que fazem parte do chamado "Ciclo do Graal" foram redigidas de 1180 até 1230, o que nos inclina a relacioná-las com a repressão sangrenta da heresia cátara. Conta-se que durante o assalto das tropas do Rei Filipe II de França à fortaleza de Montsegur, apareceu no alto da muralha uma figura coberta por uma armadura branca que fez os soldados recuarem, temendo ser um guardião do Graal. Alguns historiadores admitem que, prevendo a derrota, os cátaros emparedaram o Graal em algum dos muros dos numerosos subterrâneos de Montsegur e lá ele estaria até hoje.




A "Mesa de Esmeralda" evocada pelas histórias de fundo cátaro relacionam-se de maneira óbvia com outra "mesa": a Tábua de Esmeralda atribuída a Hermes Trimegistos. A partir daí o Graal-Pedra cede lugar ao Graal-Livro.




O Graal-Livro



O Graal-Taça é tido como um episódio místico e o Graal-Pedra como a matéria do conhecimento cristalizado em uma substância. Já o Graal-Livro é a própria tradição primordial, a mensagem escrita. Em "José de Arimatéia", Robert de Boron diz que "Jesus Cristo ensinou a José de Arimatéia as palavras secretas que ninguém pode contar nem escrever sem ter lido o Grande Livro no qual elas estão consignadas, as palavras que são pronunciadas no momento da consagração do Graal". De fato, em "Le Grand Graal", continuação da obra de Boron por um autor anônimo, o Graal é associado - ou realmente é - um livro escrito por Jesus, o qual a leitura só pode entender - ou iluminar - quem está nas graças de Deus. "As verdades de fé que este contém não podem ser pronunciadas por língua mortal sem que os quatro elementos sejam agitados. Se isso acontecesse realmente, os céus diluviariam, o ar tremeria, a terra afundaria e a água mudaria de cor". O Graal-Livro tem um terrível poder.




Um Graal Científico



Em "O Livro da Tradição", no capítulo referente ao Graal, encontramos interessantes referências aos espetaculares fenômenos desencadeados pelas esmeraldas e por outras pedras verdes. Vale a pena reproduzir um trecho que mostra como encarar um assunto de um ponto de vista religioso, místico ou científico, isoladamente, é sempre uma maneira pobre de fazer uma leitura. "Uma descoberta muito recente parece confirmar a hipótese de um Graal possuindo uma realidade a um só tempo sobre os planos espiritual e material, servindo o segundo como um suporte para o primeiro.




"Segundo fontes precisas e confidenciais das quais não nos é possível indicar a origem, os astronautas americanos da expedição da Apolo XIV teriam descoberto na Lua amostras da pedra verde. "A análise em laboratório revelou estranhas propriedades entre as quais a de provocar, graças a certas emissões de nêutrons, um minicampo antigravitacional. "As mesmas pedras verdes, chamadas ‘pedras de lua’ ou ‘pedras das feiticeiras’, são também encontradas na Escócia (sendo entretanto raras), nas Highlands e, segundo a lenda, serviam às feiticeiras para fazer com que elas se deslocassem pelos ares (com que então muitas vezes a realidade supera a ficção!).




"As mesmas amostras de rochas verdes estariam engastadas nos alicerces das criptas das catedrais medievais, bem como na abadia do Monte Saint-Michel. A catedral de Colônia desfrutaria dessa particularidade, o que teria feito com que ela se beneficiasse com uma miraculosa proteção por ocasião dos bombardeios terríveis que destruíram a cidade em 1944-45 (o campo de força assim criado teria desviado a trajetória das bombas)".




É lógico que esta explicação física para o Graal não exclui a existência de um Graal espiritual e místico do qual o objeto material seria o reflexo. Ao final, pergunta-se: qual a natureza do Graal? Cálice, Pedra ou Livro? Sendo o Graal uma realidade nos planos espiritual, material e humano podemos concebê-lo como "um objeto-pedra (esmeralda) em forma de taça servindo como meio de comunicação entre o céu e a terra segundo um processo descrito e explicado por um livro".




Somente homens puros (Percival e Galahad são os arquétipos) poderão servir como ponte e tornarem-se detentores do segredo do Graal que abre caminho aos planos superiores da existência. Esta raça pura, filha da "Raça Solar", é denominada "Raça do Arco" - ou do "Arco-Íris", porque as cores expressas no prisma solar (também chamado Lenço de Íris) são a manifestação física dos diferentes poderes que o homem pode despertar através do Graal. Isso possivelmente só será conseguido no final dos tempos, como encontramos no Apocalipse de João (4:2-3): "Logo fui arrebatado em espírito e vi um trono no céu, no qual Alguém estava sentado. O que estava sentado era, na aparência, semelhante à pedra de jaspe e de sardônio; e um arco-íris rodeava o trono, semelhante à esmeralda".

O CRÂNIO DE CRISTAL


O crânio de Mitchell-Hedges é feito de puro cristal de quartzo e tem o tamanho de um crânio humano. É composto de duas peças (o crânio e uma mandíbula móvel). Suas dimensões são as seguintes: 13,18 cm de altura, 12,38 cm. de largura, 20 cm. de comprimento e 5,13 Kg de peso. Esse Crânio de Cristal tem sua própria história. Em 1924, durante seu décimo-sétimo aniversário, Anna estava com seu pai nas Honduras Britânicas em uma expedição arqueológica quando descobriu o Crânio de Cristal. Ela viu algo brilhante refletindo a luz do sol em meio às rochas de uma das ruínas do que parecia ser um templo maia perfeito, com vestígios de um altar.

Depois de seis semanas removendo pedras e escombros, retiraram a parte superior (ou crânio) do Crânio de Cristal. Três meses depois, no mesmo local, encontraram a mandíbula inferior. Quando esse Crânio de Cristal foi descoberto, os nativos maias do lugar ficaram tão alegres que o pai de Anna, F.A.Mitchell-Hedges, não teve coragem de ficar com o crânio, dando-o a eles. Mais tarde, em 1927, quando a expedição estava prestes a partir, o Sumo Sacerdote Maia entregou o Crânio de Cristal ao Sr. Mitchell-Hedges, como um presente em retribuição por todos os alimentos, roupas e assistência médica que haviam recebido dele durante o tempo que durou sua expedição. Se esses fatos não tivessem ocorrido, com certeza o Crânio de Mitchell-Hedges pertenceria hoje a algum dos museus envolvidos na expedição. Anna Mitchell-Hedges, sua proprietária, reside no Canadá. O Crânio de Mitchell-Hedges, foi levado para diversos laboratórios especializados em cristal, e todos foram unânimes em afirmar que devido a sua pureza e acabamento, seria impossível fazer uma reprodução.

Em outubro de 1970, o Crânio foi levado para a Hewlett-Packard, em Santa Clara, na Califórnia, para uma análise científica. A H.P. possui um dos mais sofisticados laboratórios para pesquisa do cristal. Mais uma vez, resumindo as descobertas apresentadas, os pesquisadores afirmaram que seria virtualmente impossível reproduzir com exatidão aquele Crânio de Cristal.

Os testes revelaram que ele possui um elaborado sistema interior de prismas e lentes que permite refratar e refletir a luz projetada sobre o Crânio de Cristal de maneiras específicas. Esses sistemas de lentes pressupõe uma competência técnica atingida apenas recentemente. Através de um teste a laser e pela transparência, pode-se afirmar com certeza que ele é uma peça de quartzo inteiriça. Além disso, a parte interna do crânio apresenta-se como se alguém tivesse chegado até o interior do crânio e colocado os sistemas óticos lá dentro.

Um detalhe muito embaraçoso é o de que, não importando a que temperatura ele fosse submetido pelos pesquisadores, o Crânio de Mitchell-Hedges permanecia sempre a 21,11°C, além disso seja lá quem for que tenha esculpido o crânio, não considerou o eixo natural do cristal, o que tornaria a sua lapidação impossível.

Para a Hewlett-Packard, se fosse dado um ano, com 24 horas de trabalho por dia, poderia ser capaz de fazer um crânio parecido, mas não garantiria que funcionasse como o crânio de Mitchell-Hedges.

Outro fenômeno relacionado com o crânio, é sua capacidade de projetar imagens holográficas em seu interior, que podem ser vistas por muitas pessoas com seus próprios olhos. Muitas manifestações foram observadas em fotos do crânio, que parecem manter algumas de suas propriedades. Variações de cor, curas, levitações, e outros mistérios apenas parecem nos deixar cada vez mais distantes de entender seu propósito.

Somente a partir de 1980, é que esse assunto foi levado a público, ficando por aproximadamente 40 anos, mantido em segredo.

Já foram encontrados em todo o mundo vários crânios feitos de outras pedras, como o quartzo-rosa, ametista, etc., mas com certeza nenhum deles com a perfeição do Crânio de Mitchell-Hedges.

Como é um tema aberto para pesquisas e especulações, existem algumas teorias:

*Muitos acreditam que os crânios tenham reaparecido para entregar para pessoas selecionadas por ele próprio, conhecimento e sabedoria para orientar o desenvolvimento humano, armazenadas em seu interior como se fosse um computador.

*Outros acham que devido a sua pefeição em se parecer com um crânio humano, talvez alguma cultura terrestre ou alienígena, quem sabe na Atlântida, tivesse conhecimento de como cristalizar um cérebro humano, com o objetivo de perpetuar o conhecimento, após a morte física.

A CAIXA DE PANDORA


O mito da caixa de Pandora faz alusão à origem dos males que permeiam o mundo.


A caixa de Pandora é um mito grego no qual a existência da mulher e dos vários males do mundo são explicados. Tudo começa quando Zeus, o deus de todos os deuses, resolveu arquitetar um plano para se voltar contra a ousadia de Prometeu – que entregara aos homens a capacidade de controlar o fogo. Para tanto, Zeus decide criar uma mulher repleta de dotes oferecidos pelos deuses e a oferece a Epimeteu, irmão de Prometeu.


Antes disso, Prometeu recusou a jovem Pandora de Zeus temendo que ela fizesse parte de algum plano de vingança da divindade roubada. Ao aceitar Pandora, Epimeteu também ganhou uma caixa onde estavam contidos vários males físicos e espirituais que poderiam acometer o mundo. Desconhecedor do conteúdo, ele foi somente alertado de que aquela caixa não poderia ser aberta em nenhuma hipótese. Com isso, o artefato era mantido em segurança, no fundo de sua morada, cercado por duas gralhas barulhentas.


Aproveitando de sua beleza, Pandora convenceu o marido a se livrar das gralhas que lhe causavam espanto. Após atender ao pedido da esposa, Epimeteu manteve relações com ela e caiu em um sono profundo. Nesse instante, não suportando a própria curiosidade, Pandora abriu a caixa proibida para espiar o seu conteúdo. Naquele momento, ela acabou libertando várias doenças e sentimentos que atormentariam a existência do homem no mundo. Zeus assim concluía o seu plano de vingança contra Prometeu.


Logo percebendo o erro que cometera, Pandora se apressou em fechar a caixa. Com isso, ela conseguiu preservar o único dom positivo que fora depositado naquele recipiente: a esperança. Dessa forma, o mito da Caixa de Pandora explica como o homem é capaz de manter-se perseverante mesmo quando as situações se mostram bastante adversas. Além disso, esse mesmo mito explora a construção da identidade feminina como sendo marcada pela sensualidade e o poder de dissimulação.




O MURO DE BERLIM




O MURO DE BERLIM EM 1986







O Muro de Berlim foi uma realidade e um símbolo da divisão da Alemanha em duas entidades estatais, a República Federal da Alemanha (RFA) e a República Democrática Alemã (RDA). Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes: Berlim Ocidental (RFA), que era constituído pelos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos da América; e Berlim Oriental (RDA), constituído pelos países socialistas simpatizantes do regime soviético. Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.





O Muro de Berlim caiu no dia 9 de Novembro de 1989, faz hoje 20 anos, acto inicial da reunificação das duas Alemanhas, que formaram finalmente a República Federal da Alemanha, acabando também a divisão do mundo em dois blocos. Muitos apontam este momento também como o fim da Guerra Fria.





O governo de Berlim incentiva a visita do muro derrubado, tendo preparado a reconstrução de trechos do muro. Além da reconstrução de alguns trechos está marcado no chão o percurso que o muro fazia quando estava erguido.





Queda do Muro





O Muro de Berlim caiu na noite de 9 de Novembro de 1989 depois de 28 anos de existência. Antes da sua queda, houve grandes manifestações em que, entre outras coisas, se pedia a liberdade de viajar. Além disto, houve um enorme fluxo de refugiados ao Ocidente, pelas embaixadas da RFA, principalmente em Praga e Varsóvia, e pela fronteira recém-aberta entre a Hungria e a Áustria, perto do lago Neusiedler See. O impulso decisivo para a queda do muro foi um mal-entendido entre o governo da RDA. Na tarde do dia 9 de Novembro houve uma conferência de imprensa, transmitida ao vivo na televisão alemã-oriental. Günter Schabowski, membro do Politburo do SED, anunciou uma decisão do conselho dos ministros de abolir imediatamente e completamente as restrições de viagens ao Oeste. Esta decisão deveria ser publicada só no dia seguinte, para anteriormente informar todas as agências governamentais.





Pouco depois deste anúncio houve notícias sobre a abertura do muro na rádio e televisão ocidental. Milhares de pessoas marcharam aos postos fronteiriços e pediram a abertura da fronteira. Nesta altura, nem as unidades militares, nem as unidades de controle de passaportes haviam sido instruídas. Por causa da força da multidão, e porque os guardas da fronteira não sabiam o que fazer, a fronteira abriu-se no posto de Bornholmer Straße, às 23 h, mais tarde em outras partes do centro de Berlim, e na fronteira ocidental. Muitas pessoas viram a abertura da fronteira na televisão e pouco depois deslocaram-se à fronteira. Como muitas pessoas já dormiam quando a fronteira se abriu, na manhã do dia 10 de Novembro havia grandes multidões de pessoas querendo passar pela fronteira.





Os cidadãos da RDA foram recebidos com grande euforia em Berlim Ocidental. Muitas boates perto do muro espontaneamente serviram cerveja gratuita, houve uma grande celebração na Rua Kurfürstendamm, e pessoas que nunca se tinham visto antes, cumprimentavam-se. Cidadãos de Berlim Ocidental subiram o muro e passaram para as Portas de Brandenburgo, que até então não eram acessíveis aos ocidentais. O Bundestag interrompeu as discussões sobre o orçamento, e os deputados espontaneamente cantaram a hino nacional da Alemanha.

A PEDRA FILOSOFAL


"O Alquimista em Busca da Pedra Filosofal" - quadro de Joseph Wright (1771) -


A pedra filosofal (ou mercúrio dos filósofos) era o principal objectivo dos alquimistas. Com ela o alquimista poderia transmutar (conversão de um elemento químico em outro) qualquer metal inferior em ouro, como também obter o "Elixir da Longa Vida", uma panaceia universal, um remédio que curaria todas as doenças e daria vida eterna àqueles que o ingerissem. O Elixir poderia ser sintetizado por meio da pedra filosofal, que era uma substância mítica que os alquimistas pretendiam produzir.


Alquimia é uma tradição antiga que combina elementos de química, física, astrologia, arte, metalurgia, medicina, misticismo, e religião.


O trabalho relacionado com a pedra filosofal era chamado pelos alquimistas de "A Grande Obra".


Aparentemente, o trabalho de laboratório dos alquimistas na busca pela pedra filosofal era, na verdade, uma metáfora para um trabalho espiritual. Neste sentido, a transmutação dos metais inferiores em ouro seria a transformação de si próprio de um estado inferior para um estado espiritual superior.


Torna-se mais claro a razão para ocultar toda e qualquer conotação espiritual deste trabalho, na forma de manipulação de "metais", se nos lembrarmos que na Idade Média qualquer um poderia ser acusado de heresia, satanismo e outras coisas, acabando por ser queimado na fogueira pela inquisição da Igreja.


Como se disse, a pedra filosofal poderia não só efectuar a transmutação, mas também elaborar o "Elixir da Longa Vida", uma panaceia universal, que prolongaria a vida indefinidamente. Isto demonstra as preocupações dos alquimistas com a saúde e a medicina. Vários alquimistas são considerados precursores da moderna medicina, e entre eles destaca-se Paracelso (famoso médico, alquimista, físico e astrólogo).


A busca por esta pedra filosofal é, em certo sentido, semelhante à busca pelo Santo Graal das lendas arturianas. (Santo Graal, ou Sangreal, é uma expressão medieval que designa normalmente o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia).


No seu romance "Parsifal", Wolfram von Eschenbach associa o Santo Graal não a um cálice, mas a uma pedra que teria sido enviada dos céus por Seres Celestiais e teria poderes inimagináveis. Também na cultura islâmica desempenha papel importante uma pedra, chamada Hajar el Aswad, considerada sagrada, que é tornada objecto de culto em Meca.

A ALQUIMIA

Resumidamente, a alquimia é considerada a mãe da química, pois os alquimistas tentavam compreender a composição dos materiais. Faziam isto para tentarem transmutar metais inferiores em ouro ou prata. Essa era uma das metas dos alquimistas. Outro dos objectivos era obter a Pedra Filosofal, que lhes daria a Medicina Universal, um remédio para todas as doenças, o Elixir de Longa Vida, que daria a possibilidade de prolongar a vida indefinidamente, entre outros poderes. E finalmente os alquimistas tentavam criar vida artificialmente (os homúnculos).




A palavra “alquimia” resulta do termo egípcio Kême, «terra negra», através do termo árabe al-kimiya, ou do termo grego chyma, que significa «derreter».
Não se sabe se, alguma vez algum alquimista conseguiu transmutar algum metal em ouro nem se encontrou a Pedra Filosofal e muito menos sabemos se algum conseguiu criar um homúnculo. Porém existem alguns mitos que afirmam que a Pedra Filosofal foi criada/encontrada e algumas teorias de como criar vida artificialmente:


Ao longo da história a criação da pedra filosofal foi atribuída a várias personalidades, porém, a lenda mais famosa refere-se a Nicolas Flamel, um alquimista real que viveu no século XIV. Segundo o mito, Flamel encontrou um antigo livro que continha textos intercalados com desenhos enigmáticos, porém, mesmo após muito estudá-lo, Flamel não conseguiria entender do que se tratava. Segundo a lenda, ele teria encontrado um sábio judeu numa estrada em Santiago, em Espanha, que fez a tradução do livro. Este tratava-se de cabala e alquimia, possuindo a fórmula para a Pedra Filosofal. Por meio deste livro, Flamel conseguiu fabricar a pedra: segundo a lenda, esta seria a razão da sua riqueza, que inclusive fez várias obras de caridade, adornando-as com símbolos alquímicos. Ao falecer, a casa de Flamel foi saqueada por caçadores de tesouros ávidos por encontrar a pedra filosofal. A lenda conta que, na realidade, ambos, Flamel e sua esposa, não morreram, e que nas suas campas foram encontradas apenas as suas roupas no lugar dos seus corpos.

O conceito de homúnculo parece ter sido usado pela primeira vez pelo alquimista Paracelsus para designar uma criatura que tinha cerca de 12 polegadas de altura e que, segundo ele, poderia ser criada por meio de sémen humano posto numa retorta hermeticamente fechada e aquecida em esterco de cavalo durante 40 dias. Então, segundo ele, formar-se-ia um embrião. Outro alquimista famoso que tentou criar homúnculus foi Johanned Konrad Dippel, que utilizava técnicas bizarras como fecundar ovos de galinha com sêmen humano e tapar o orifício com sangue de menstruação.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

PELÉ X JESUS CRISTO

Pode até soar como blasfêmia, para um evangélico fanático ou para um católico fervoroso: O Rei do Futebol em entrevista divulgada pela agência de notícias italiana Ansa; Afirmou que é mais famoso que Jesus Cristo.

Frase dita pelo Pelé:

- "Sou católico e sei o que Ele e seus valores significam, mas no mundo há pessoas que acreditam em outras coisas. Na Ásia, por exemplo, existem milhões de budistas. Talvez eles não saibam quem é Jesus Cristo, mas de Pelé eles já ouviram falar."

Uma recente pesquisa de popularidade feita no mundo aponta o nome do Pelé como sendo mais conhecido do que o de Jesus Cristo. Apesar de parecer algo inaceitável para LEIGOS, este fato é fácil de ser explicado: O Futebol é um esporte bem democrático e o mais popular do planeta. Para se ter uma idéia; a Fifa, entidade que controla o futebol no mundo, tem mais associados do que a Organização das Nações Unidas (ONU).

E como o Rei mesmo disse:"..no mundo há pessoas que acreditam em outras coisas..."Não é preciso fazer nenhuma pesquisa para entender porque Jesus não é tão popular assim. Confira os dados abaixo:Existem atualmente no mundo de 6 bilhões e 480 milhões pessoas. As principais correntes religiosas que não reconhecem Jesus como sendo filho de Deus são:

Muçulmanos, 1 bilhão e 500 milhões de fiéis
ATEUS, 800 milhões - Não acreditam nem em Deus
Hindus, 800 milhões de fiéis
Budistas, 400 milhões - Não acreditam nem em Deus
Religiões tribais, 300 milhões - África, norte da Ásia...
Siks, 25 milhões de fiéis Judeus, 20 milhões de fiéis
Outras religiões, 235 milhões de fiéis - não reconhecem Jesus

- Total: 4 bilhões de 80 milhões de pessoas Enquanto que apenas 2 bilhões de 400 milhões pessoas aceitam Jesus Cristo:

Católicos apenas 1 bilhão e 300 milhões de fiéis
Evangélicos apenas 900 milhões de fiéis
Outras religiões 200 milhões de fiéis

Sociedades de missões evangélicas acreditam que 60% da população do planeta NUNCA ouviram falar no nome de JESUS e nem conhecem a bíblia...

Sobre a popularidade do Pelé, lembramos também que:

OS MULÇUMANOS adoram futebol e praticamente todos já ouviram falar no nome do Rei Pelé, só neste grupo temos 1,5 bilhões de pessoas!

Estima-se que cerca de 3,2 bilhões de pessoas amam este esporte, "O Futebol".

Cuidado Pelé, Os Beathes tambem pensavam assim, Hoje muitos jovens e adultos, muçulmanos, evangelicos, católicos etc ... Nem sabem quem eles foram. Mas Jesus sempre sobreviverá em nossos Corações. A propósito Pelé, Eu ja tinha até me esquecido que você existia .

O CASO PHINEAS GAGE




Em 1848, Phineas Gage era supervisor de construção de ferrovias da Portland & Burland Railroad. Impávido e dotado de um senso de responsabilidade incomum, o jovem e zeloso capataz – ele tinha apenas 25 anos de idade – reservava para si as tarefas mais perigosas. Poupando os seus subordinados das atividades que envolvessem sérios riscos, assumia pessoalmente a responsabilidade de explodir as rochas situadas no traçado da estrada de ferro.









Cranio e imagem de Phineas Gage, reconstituída a partir da máscara mortuária






Naquele fim de tarde, em Vermont, Estados Unidos, o jovem capataz protagonizou um acidente histórico, que permitiu à Ciência constatar que os danos ao córtex cerebral afetam a personalidade do indivíduo.
Uma carga de pólvora fora colocada pelo próprio supervisor na abertura de uma rocha. Então Gage empunhou uma barra de ferro de um metro de cumprimento e 2,5 centímetros de diâmetro para socar o orifício. Inadvertidamente, a barra resvalou na abertura do buraco. O atrito ocasionou uma fagulha, que fez a pólvora acender. Conforme esclarece R. M. E. Sabbatini, a explosão que se seguiu “projetou a barra, com 2.5 cm de diâmetro e mais de um metro de comprimento contra o seu crânio, a alta velocidade. A barra entrou pela bochecha esquerda, destruiu o olho, atravessou a parte frontal do cérebro, e saiu pelo topo do crânio, do outro lado. Gage perdeu a consciência imediatamente e começou a ter convulsões. Porém, ele recuperou a consciência momentos depois, e foi levado a médico local, Jonh Harlow que o socorreu. Incrivelmente, ele estava falando e podia caminhar. Ele perdeu muito sangue, mas depois de alguns problemas de infecção, ele não só sobreviveu à horrenda lesão, como também se recuperou bem, fisicamente.”

Como ficou Phineas Gage após o acidente

Todavia, o zeloso Gage anterior à explosão, “descrito como equilibrado, meticuloso e persistente quanto aos seus objetivos, além de profissional responsável e habilidoso”, conforme pondera Cristina Marta Del-Ben, simplesmente desapareceu. Em seu lugar, assomou, conforme concluiu o neurobiologista António Damásio, “uma pessoa impaciente, com baixo limiar à frustração, desrespeitoso com as outras pessoas, incapaz de adequar-se às normais sociais e de planejar o futuro. Não conseguiu estabelecer vínculos afetivos e sociais duradouros novamente ou fixar-se em empregos.”




















Embora tenha milagrosamente sobrevivido à explosão, o capataz, que permanecera o resto da vida com a barra de ferro transfixada na face, tornou-se mesmo uma pessoa completamente diferente. Pouco tempo depois ao acidente – acresce Sabbatini – Phineas começou a ter mudanças surpreendentes na personalidade e no humor. “Ele tornou-se extravagante e anti-social, praguejador e mentiroso, com péssimas maneiras, e já não conseguia manter-se em um trabalho por muito tempo ou planejar o futuro.” O Phineas sobrevivente – pontuam William K. Purves, David Sadava e Gordon H. Orians – “era briguento, mal humorado, preguiçoso e irresponsável. Tornou-se impaciente e obstinado, passando a usar um linguajar rude nunca antes utilizado por ele.” “Phineas já não é mais Phineas”, diziam seus amigos.








Imagens do crânio e da barra de ferro que atingiu Phineas Gage

Estudos recentes, desenvolvidos pelos neurobiologistas portugueses Hanna e António Damásio, indicam que a maior parte dos danos sofridos por Gage incidiu sobre a região ventromedial dos lobos frontais, em ambos os lados, sem que a área cerebral responsável pela fala e funções motoras fosse afetada. Os cientistas, da Universidade de Iowa, empregaram técnicas de computação gráfica e de tomografia cerebral para avaliar a possível trajetória da barra de ferro, concluindo que as alterações de comportamento provavelmente decorreram da lesão. Observaram os pesquisadores que outros pacientes, com lesões semelhantes à de Gage, igualmente apresentaram déficits nos processos de decisão racional e no controle das emoções.
















Reconstituição dos danos sofridos por Gage por computação gráfica



William K. Purves, David Sadava e Gordon H. Orians apontam que Gage passou o resto de sua existência como um desocupado, ganhando a vida contando a sua história, exibindo a barra de ferro e as suas cicatrizes. Ele morreu treze anos depois do acidente, pobre e epilético. Seu crânio, sua máscara mortuária e a barra de ferro estão em exibição no Museu da Faculdade de Medicina da Universidade de Havard.


















Crânio de Phineas Gage


O terrível acidente que vitimou Phineas Gage permitiu à medicina constatar, em definitivo, que a personalidade do indivíduo reside no encéfalo. O acidente tornou-se um caso clássico nos livros de ensino de neurologia, já que, conforme pondera Sabbatini, a parte do cérebro afetada – os lobos frontais – passou a ser associada às funções mentais e emocionais que, no caso de Gage, ficaram alteradas. Ou, em síntese, como disse António Damásio,"Gage foi o início histórico dos estudos das bases biológicas do comportamento".

A LENDA DO PAPAI NOEL

A figura de Papai Noel surgiu apenas no século XIX. Inicialmente ligada a um bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, dava presentes aos pobres e conseguiu dotes para moças casarem (uma exigência da época). Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A imagem do bom velhinho acabou sendo explorada pelo capitalismo para o incremento de consumo que vem da troca de presentes. De qualquer maneira, os anos fixaram a festa como sendo um momento de festa em família e confraternização.
Mesmo para algumas religiões que não são a Católica ou as cristãs, a data é lembrada, sem as mesmas proporções, já que Cristo é considerado um profeta para muçulmanos e espíritas.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.



São Nicolau foi o inspirador do Papai Noel


Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um gorro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. Mas na realidade, o cartunista Thomas Nast, mestre da charge politica americana já havia apresentado no Séc. XIX um Papai Noel com roupas vermelhas ao mundo.




Desenhos do Papai Noel feitos pelo cartunista Thomas Nast no séc. XIX

Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo, principalmente durantes as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram boas e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com sua carroagem puxada por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa.

A BRUXA DE SÃO BERNARDO

Antigamente, em 1602, São Bernardo do Campo, era frequentada por viajantes que vinham do porto de Santos, do Vale do Paraíba e de muitos outros lugares.
Reza a lenda que uma mulher chamada Sallani Mustari vivia ali, e todos diziam que ela era bruxa, pois muitas pessoas desapareciam quando ela não estava em sua casa, e viam líquidos estranhos, potes com coisas muito anormais em prateleiras da casa dela. Mas principalmente, por causa do livro e do caldeirão que ela tinha.
Várias pessoas juravam que viram uma criança de mais ou menos 8 anos sendo esquartejada viva e os pedaços do corpo dela sendo jogados no caldeirão, enquanto Sallani dizia palavras em uma língua muito estranha e dava gargalhadas fortes e pesadas.
Na pequena "horta" dela, plantas desconhecidas cresciam, muitas com frutos de horrível cheiro e aspecto. Até que em um dia, a população daqui, revoltada com tanta brutalidade, resolveu chamar a atenção dos governantes e ameaçaram também enviar cartas a Portugal, pedindo a prisão ou a morte de Sallani.
Conseguiram no dia 31/10/1605 a morte dela, na praça pública, com um enforcamento seguido de esquartejamento e queima do corpo junto com os pertences. As cinzas foram jogadas na casa dela, e depois tudo foi queimado. Desse dia em diante, os moradores nunca mais tiveram sossego, sempre ouvindo gritos e vendo, como eles diziam, espíritos e fantasmas, e até gargalhadas iguais a da bruxa, altas e escandalosas.

No lugar da casa foi construído um posto de ajuda a viajantes, que mais tarde seria um dos primeiros hospitais de São Bernardo.

MOTA COQUEIRO, O ÚLTIMO ENFORCADO

Para quem não conhece a história de Mota Coqueiro, ele foi o último homem condenado à pena de morte no Brasil, em março de 1855 na cidade de Macaé, só para entenderem os fatos que aqui serão contados, farei um breve resumo da história de Mota Coqueiro; Mota Coqueiro foi um grande fazendeiro com propriedades na região de Conceição de Macabu que na época ainda era parte da cidade de Macaé no Estado do Rio de Janeiro. Um homem muito influente, de grandes negócios na região, mas de temperamento muito rude, era muito temido pela sua valentia, arrogância e pela forma cruel que tratava seus escravos. Certa feita, fechou a compra de uma grande propriedade em parceria com um meeiro que levou sua família para morar na propriedade. Passado algum tempo, a filha mais nova desse colono apareceu grávida e culpou Mota Coqueiro de ser o pai da criança. Após a descoberta, o colono começa a pressionar Mota Coqueiro a beneficiá-lo nos negócios da fazenda em prol da gravidez de sua filha. Poucos dias depois, toda a família de colonos é assassinada a golpes da facão, exceto a filha que estava grávida e que fugiu pela mata.
No total foram mortos o meeiro, a sua esposa, três filhos adolescentes e três crianças, sendo a mais nova com 3 anos de idade.
Depois do assassinato, a casa ainda teria sido incendiada, mas a chuva não deixou o fogo consumir os corpos totalmente, o que causou um cenário aterrador para o Brasil-colônia da época.
Após investigações precárias da época, Mota Coqueiro foi acusado de ter sido o mandante do crime. Como Mota Coqueiro, já tinha uma má fama na cidade pelo seu caráter e possuía muitos desafetos, as investigações do crime na época foram feitas de maneira parcial e pouco claras.
Na época, pela Constituição vigente, o Imperador que era D.Pedro II, poderia conceder a Graça Imperial para aboná-lo da pena de morte, mas o caso foi tão chocante para a época que nem D.Pedro aliviou a barra para Mota Coqueiro. E em 6 de março de 1855, Mota Coqueiro foi enforcado em praça pública na cidade de Macaé. Poucos anos mais tarde, descobriu-se através de evidências escondidas na época, Que Mota Coqueiro era inocente e tivera sido enforcado sem culpa.
Só a título de curiosidade, depois de saber que Mota Coqueiro fora condenado inocente, o Imperador Dom Pedro II, extinguiu a pena de morte no Brasil.
Mas o que há de sobrenatural nessa história? Vejamos:

O primeiro fato que se tem notícia que torna a história misteriosa, é da esposa de Mota Coqueiro Úrsula das Virgens, que durante o processo de investigação e julgamento ficou louca. Ela morava com o esposo e filhos na Casa Grande da principal fazenda e as escravas que cuidavam da casa, começaram a testemunhar ataques de loucura da mulher que gritava e se escondia pelos cômodos da casa dizendo que ouvia gritos e choros de criança a perseguindo por onde quer que fosse. Os ataques intensificaram depois da execução do esposo, que culminou em seu suicídio em um ano após a morte de Mota Coqueiro.
Outro fato marcante foi a maldição lançada na cidade pelo acusado; Antes da execução, o juiz de direito da Comarca de Cabo Frio que ordenava o julgamento, antes que subisse ao patíbulo, lhe concedeu direito ao último pedido antes da morte:
Mota Coqueiro nada pediu, mas antes de morrer suas últimas palavras demonstravam um caráter do qual ele nunca mostrou durante sua vida, perdoando à todos pela injustiça que lhe haviam feito. De acordo com os registros da época, disse ele:"O crime fez-se, porém eu sou inocente; peço perdão ao povo e à justiça, assim como eu perdôo de todo o meu coração". Mas, apesar do ato de misericórdia em perdoar os que lhe condenavam, proferiu uma maldição sobre a cidade de Macaé.
Suas últimas palavras foram:“ Esta cidade terá 100 anos de atraso pela injustiça que está sendo feita a mim". E de fato, foi o que houvera. Na época o porto de Imbetiba era o quinto mais movimentado do país, pois era portão de entrada e saída dos produtos agrícolas que eram exportados para outras cidades e capitais. Com a inauguração posterior da estrada de ferro Macaé x Campos, o porto perdeu a importância. Até mesmo o carro-chefe da economia local da época que era baseada no cultivo do café e da cana-de-açúcar entrou em profundo declínio. Muitos fazendeiros perderam tudo, pragas e mau tempo constantes destruíram plantações e gado. Em pouco tempo, a prosperidade que se via, foi por agua a baixo fazendo com que boa parte da população migrasse para as capitais, deixando Macaé apenas uma colônia de pescadores e de gente falida. Somente na década de 1960, quase 100 anos depois da execução de Mota Coqueiro, que foi descoberto o petróleo que alavancou a economia da cidade em poucos anos, fazendo hoje da pequena cidade do interior, a capital nacional do Petróleo. Os mais antigos da cidade, descendentes dos que viveram o período da “maldição” agregam veementemente que a era do Petróleo só aconteceu após o término dos 100 anos amaldiçoado por Mota Coqueiro. Coincidência??
Outro fato interessante, O local onde era a praça que Mota Coqueiro foi executado, hoje é dentro do pátio de uma das escolas mais antigas da cidade, o colégio Luiz Reid. O pátio muito grande por sinal, abrange um quarteirão inteiro, bem no centro da cidade. No exato local onde na época foi posto o patíbulo, há um memórial de pedra no chão até os dias de hoje com o nome completo de Mota Coqueiro, data de nascimento e data da execução. Certa feita, durante um período que o colégio passava por uma má admininstraçao, certas partes do mato do patio estavam muito altos, pois já havia tempo que não eram cortados. Mas ao invés de mandarem aparar a grama, acharam mais barato queimar o mato, e assim atearam fogo na grama numa noite, já que não tinha o movimento de criança correndo pra lá e pra cá. Depois de apagadas as chamas, foram ver que somente a grama em volta do memorial de Mota Coqueiro estava intacta. O que era impossível, pois o zelador confirmou que havia jogado querosene naquele mesmo local. Esse mesmo zelador (que mora num quartinho dentro do colégio) conta que muitas vezes a noite, foi acordado com gritos no pátio. Ele sempre saía para ver se era algum aluno escondido pra fumar maconha la dentro, mas procurava, rodava, rodava e nao encontrava nada, nem ninguém. Uma vez tentaram remover o memorial para duplicação da quadra poliesportiva, as obras nao foram adiante. Sempre que iam remover o memorial acontecia alguma coisa: Uma vez, foi a britadeira que quebrou (nova), outra vez foi um dos operários que quebrou o pé, mau tempo constante, falta de verba para dar andamento na obra... enfim, acabou dando-se um jeito de reformar a quadra e manter o memorial que esta lá intacto até os dias de hoje.


Manuel da Mota Coqueiro Ilustração de jornal da época do julgamento


Sabemos que Mota Coqueiro fora condenado inocente, e antes de ir para o julgamento, ele foi levado para se confessar a um padre que saiu transtornado daquele encontro. Acredita-se que Mota Coqueiro, teria confessado ao padre que sua esposa, Úrsula das Virgens teria sido a real mandante do crime, motivada pelo ciúme do envolvimento de seu marido com a jovem Francisca, filha do colono. E faz todo sentido, pois após a chacina Úrsula passou a apresentar graves crises de “loucura”, ouvia vozes, gritos e choros de criança até que não agüentando mais, se suicidou. Antes de ingerir veneno para se matar, Úrsula teria deixado uma carta confessando o crime para que sua alma fosse liberta daquele pecado e ela pudesse ser salva e encontrar a paz, mas a família de Úrsula muito tradicional e religiosa destruiu a carta e qualquer outro indício que pudesse levar à sociedade a notícia de que Úrsula fosse a real mandante do crime e uma suicida. Alegaram até o fim que ela morrera de causas naturais em prol da depressão da perda do marido. Tudo em prol do bom nome da família que na época, era mais importante do que tudo.

O caso foi encenado em 2003 pelo programa Linha Direta na Globo. Para maiores informações:

O CEMITÉRIO DOS AFLITOS

Poucos sabem, mas o atual bairro da Liberdade abrigou o primeiro cemitério da cidade de São Paulo, criado em 1774 para abrigar os pobres, condenados, indigentes e não –católicos da cidade. Os ricos eram enterrados dentro das igrejas ou em volta delas.

Próximo a ele, onde é a atual Praça da Liberdade ficava a forca da cidade de São Paulo, lá eram executados escravos fugitivos e condenados por crimes para exemplo aos demais, aconteceu lá o enforcamento do soldado Francisco José das Chagas, o "Chaguinha".

O Chaguinha foi condenado ao enforcamento pelo governo. Em sua execução, no Largo da Forca, a corda rompeu duas vezes, o público que assistia atribuiu isso como "milagre", e gritaram "Liberdade". Ao contrário da vontade do povo, o governo executou novamente Chaguinha. Populares dizem que o nome dado ao bairro da liberdade faz menção ao grito do povo de liberdade para Chaguinha.



Capela dos Aflitos (Herman Graeser/Sphan, 1939)


Em 1779 o governo da província mandou construir dentro do cemitério a capela dos aflitos, sendo a capela do cemitério dos Aflitos.

Em 1858 com a construção do cemitério da Consolação o governo ordenou o fechamento do cemitério dos Aflitos, há poucos registros encontrados da retirada das ossadas, o que nos dá a entender que ainda podem estar enterrados ali os restos mortais dos ali sepultados inclusive “Chaguinha” .
Posteriormente ao fechamento do cemitério o mesmo foi incorporado no loteamento e a renda com o terreno foi convertida na construção da nova Santa Sé da cidade.

A capela dos Aflitos existe até hoje no Beco dos Aflitos, muito escondida entre os prédios construídos atuais, lá populares fazem pedidos a Chaguinha o que o tornou um santo popular da cidade.
No atual largo da Liberdade existe a Igreja da Santa Cruz dos enforcados, em homenagem aos que foram enforcados onde hoje está a igreja, no altar existe uma cruz de madeira da cor preta, contam que essa cruz pertencia ao antigo cemitério que era muito próximo onde hoje fica essa igreja.
Dizem que as atuais ruas onde ficam o cemitério hoje em dia são assombradas na madrugada pelos espíritos que ali foram sepultados.


Parte da Planta da cidade de São Paulo e seus subúrbios, de C. A. Bresser, ca. 1847. (São Paulo antigo plantas da cidade. Prefeitura de São Paulo, Comissão do IV Centenário, 1954).
Detalhe do bairro da Liberdade em 1847. No destaque, em verde, a área do antigo cemitério dos Aflitos ainda sem o beco. A antiga Rua da Santa Casa, como aparece no mapa, é a atual Rua da Glória. A grande área aberta mais abaixo corresponde à atual Praça da Liberdade.


Capela dos Aflitos hoje.



THIS MAN, O INVASOR DE SONHOS


Nova Iorque. Janeiro de 2006. A paciente de um conhecido psiquiatra desenha o rosto de um homem que tem, repetidas vezes, aparecido em seus sonhos. Em mais de uma ocasião, o tal homem falou sobre coisas da vida privada daquela mulher. Ela nunca tinha visto aquele homem, aquele rosto. O retrato ficou esquecido na escrivaninha do médico por alguns dias até que outro paciente notou o desenho e reconheceu o rosto. Disse que aquele homem aparecia freqüentemente em seus sonhos; e também este paciente, afirmava que não conhecia aquela pessoa.


Era algo de curioso. O psiquiatra decidiu fazer cópias do retrato e enviá-las para vários de seus colegas de profissão. Os sonhos recorrentes são comuns a muita gente. São sonhos que se repetem. Em poucos meses, quatro pacientes reconheceram o rosto do desconhecido. Todos o tinham visto; em sonhos; e todos se referiam a ele como Esse Homem.


Desde a primeira divulgação, mais de duas mil pessoas, procedentes de diferentes países, reconheceram o homem porque ele esteve em seus sonhos: em Los Angeles, Berlim, São Paulo, Teerã, Beijing, Roma, Barcelona, Estocolmo, Paris, Nova Delhi, Moscou etc.. Até agora [em 2009], nenhuma relação foi encontrada entre os sonhadores. Abaixo, diferentes versões do mesmo rosto, o rosto do Invasor de Sonhos.

As faces do Invasor de Sonhos traçadas por diferentes pessoas de diferentes países.

Teorias

Algumas teorias têm sido elaboradas para tentar explicar as misteriosas aparições desse homem que entra nos sonhos das pessoas sem ser convidado pelas lembranças ou por qualquer consciência remota.

Teoria do Arquétipo ─ Fundamenta-se nas idéias do psicanalista K. G. Jung, This man seria uma imagem arquetípica, modelo, pertencente ao inconsciente coletivo que pode aparecer em épocas de sofrimento ou dificuldade [problemas emocionais, mudanças dramáticas na vida, circunstâncias estressantes], especialmente nas pessoas mais sensíveis.

Teoria Religiosa ─ Para alguns, this man é a imagem do Criador [!?] ou uma maneira de Deus se manifestar [!? com essa cara?]. Os sonhadores que acreditam nesta idéia dão grande importância ao que o desconhecido diz em seus sonhos, como se tais palavras fossem conselhos, preceitos ou profecias divinas.

Teoria do Invasor de Sonhos ─ Também chamada de Teoria do surfista de sonhos. This man seria, então, uma pessoa real que tem o poder [ou faculdade] de entrar nos sonhos das pessoas por meio de alguma habilidade psíquica específica. Sua aparência corresponde, portanto, ao que ele é na vida real [no estado de vigília]. Outros porém, acham que ele pode ser completamente diferente em vigília alterando sua aparência durante a inconsciência do Ego durante o sono. Esta teoria também considera a possibilidade de que por trás do fenômeno This Man existe um plano [conspiração] desenvolvido por alguma entidade ou grupo clandestino.

Teoria da Imitação ─ Esta teoria psico-sociológica propõe que o fenômeno foi produzido casualmente e desenvolveu-se progressivamente, por imitação. O desenho que ficou na mesa do psiquiatra em Nova Iorque, foi visto mas não notado, percebido conscientemente por vários pacientes que, posteriormente, sonharam com o rosto. Ao distribuir o retrato entre vários profissionais do mundo, o psiquiatra causou uma espécie de contaminação do inconsciente de outras pessoas que freqüentavam consultórios psiquiátricos. Com a divulgação do fato via internet, outros mais, não pacientes de problemas psiquiátricos também sonharam com o homem.


Os Sonhos

São relatos dos sonhos experimentados por várias pessoas. reproduzidos no site This Man. São anônimos.
Eu tenho tido esse sonho recorrente por anos. Um homem escuro e alto mostra-me um retrato e pergunta se nele, no retrato, eu consigo reconhecer meu pai. O homem no retrato é esse homem que eu nunca vi antes e que em nada se parece com meu pai. Apesar disso, inexplicavelmente eu respondo que reconhece nele o meu pai. Nesse ponto, geralmente, eu acordo me sentindo em paz. Outras vezes, o sonho continua e eu me vejo diante do túmulo de meu pai. Estou colocando flores na sepultura quando me dou conta que o retrato do meu pai desapareceu.
Eu me apaixonei por ele desde a primeira vez que o vi em meu sonho; embora deva admitir que ele é realmente feio. E a cada sonho ele me arrebata com seus gestos românticos e palavras doces. Ele me dá flores e jóias; me leva para jantar ou à praia, para ver o por do sol. [Na opinião deste tradutor, este é o sonho de uma encalhada, seja mulher ou seja um gay].
Eu costumava sonhar freqüentemente que estava voando sobre minha cidade e observando meus amigos lá do alto, Mas desde que mudei para uma casa nova comecei a encontrar esse homem enquanto voava. Ele voa comigo mas nunca fala nada.

A primeira vez que sonhei com esse homem, eu estava tendo problemas no trabalho. No sonho eu estava perdido em um shopping center completamente deserto. De repente esse homem apareceu e eu comecei a fugir dele. Ele me perseguiu por um tempo que me pareceu ser uma hora até que me encurralou em uma área infantil de um supermercado. Então, ele sorriu para mim e apontou os caixas da loja. Neste ponto, acordei. Desde esta noite ele tem aparecido em meus sonhos e sempre me mostra direções antes do meu despertar. [Aqui, este tradutor acha que esse homem está sugerindo que sonhador vire assaltante de supermercados.]


Eu nunca tive relações homossexuais; nem mesmo em fantasias [opa!] Mas eu sonho que estou transando [tendo relações sexuais] com esse homem [!]. Tenho de admitir que This Man é muito criativo e que ele me agrada. Muitas vezes, quando acordo, descubro que tive uma ejaculação enquanto dormia [fala sério!!! Obviamente, o sonhador non saiu de armário. Meditemos...].



Eu vi Esse Homem em meu sonho vestido de Santa Klaus [Papai Noel!]. Quando ele apareceu eu me senti feliz como uma garotinha. Ele sorriu para mim e, então sua cabeça foi se transformando em um balão e flutuava no ar sobre mim. Eu tentei pegar o balão mas ele sempre me escapava.


Sonhei com Esse Homem quando estava no 10º ano [do colégio]. Ele não aparece de forma recorrente. Mas somente em um; um sonho memorável e terrível. Eu estava preso em uma sala sentado em um banquinho. Um pouco a minha frente, tinha uma televisão. Então apareceram dois homens que eu nunca vi antes e que não eram, nenhum deles, Esse Homem. Ambos me atacaram. Acordei, gritando, todo suado, chorando. Porém, de algum modo, voltei a dormir e me vi de volta à sala. Comecei a chorar e a gritar. A televisão estava lá e foi então que Esse Homem apareceu na tela. Ao vê-lo, pedi a ele que não me fizesse mal. Seu rosto era inexpressivo e ele nada dizia. Ele cortou minha garganta e aí eu acordei. Acho que ele me permitiu sair do pesadelo. Pensei nele durante semanas e fiz alguns desenhos do seu rosto.




No meu sonho Esse Homem estava no meu espelho olhando para mim. Não disse nada e usava óculos. Não se moveu, era como uma estátua.


This Man Brasileiro! Eu sonhei com esse homem. Era brasileiro e muito bonito. Parecia um professor. Tinha seis dedos em sua mão direita e disse que se acontecesse uma catástrofe nuclear nos Estados Unidos: Vão para o Norte. [Como lacaio de ocultista eu pressente: a sonhadora era Madonna e Esse Homem é um híbrido de Jesus, o modelo affair da cantora, com o bispo Edir Macedo. Meditemos...]


Eu vi Esse Homem em três sonhos diferentes. Ele apareceu um pouco diferente do retrato [que circula na internet e nas paredes e postes de cidades do mundo todo]; mas eu o reconheci imediatamente. Apareceu de repente e desapareceu do mesmo jeito. Disse a mesma coisa nos três sonhos: Tudo está acabado. Repetiu isso três vezes nos três sonhos.

PRETAS: O REINO DOS FANTASMAS FAMINTOS

Assim como nos mundos infernais, os Espíritos da Raça Preta [no Japão, chamados Gaki] expiam, purificam-se do peso de erros passados através do sofrimento. São atormentados pelas misérias da fome e da sede insaciáveis, até porque, seus pescoços, muito finos, "estreitos como o fundo de uma agulha" não permitem que se alimentem até a saciedade. Em contrapardida, seus estômagos são "grandes como tambores" [LOCHTEFELD, 2005]

Segundo a crença vulgar, os Pretas são "demônios famintos", "Cascas" ou invólucros de homens avaros e egoístas depois da morte... Renascem como pretas no Kama-Loka. ...[São] espectros, fantasmas, almas de defuntos. ...Habitam a região das sombras, estão geralmente associados aos bhütas e, como estes, costumam freqüentar os cemitérios e animar corpos mortos [BLAVATSKY, 1995].

Esse estado lamentável é decorrente da "gula" subjetiva destas criaturas, Egos dominados pela ambição, avareza, mesquinharia, mas também pelos desejos físicos, objetivos, como a voracidade diante da comida e do sexo, a acomodação ao sono, preguiça, anseio de fama e de riquezas em outras vidas, em outros mundos, seja em mundos pretas ou em qualquer outro dos cinco Reinos da existência.




*Inferno Budista ─ Os "Jardins do Inferno", na Tailândia, contraponto aos idílicos Jardins do Edén. Fica no monastério Wang Saen Suk, 90 minutos de carro ao sul de Bangcok. Na entrada, pictogramas coloridos informam: "Bem vindo ao Inferno!" O lugar é um tipo de "parque temático" onde esculturas de madeira muito expressivas mostram os variados sofrimentos que Espírito experimenta nos mundos infernais. Veja mais em Thai's Hell Garden.



*Râkchasas ─ quanto à aparência, alguns descrevem os machos como extremamente feios, ao contrário das fêmeas, consideradas belíssimas apesar de alguns traços zoomórficos presentes em sua constituição física. Esq.: O mundos dos Pretas ou Gaki, no Japão: fome, sede, tristeza, infindável insatisfação, é a realidade criada em torno dos seres dominados pela avareza.





O CONDE DE SAINT-GERMAIN, O HOMEM QUE NÃO MORRE

Dois retratos famosos: o primeiro, de autor desconhecido, é o único
considerado verdadeiramente de Saint-Germain, produzido em sua temporada de dois anos em Versalhes. O segundo é uma fotografia cuja legenda diz tudo: Saint-Germain é o cavalheiro à esquerda de Madame Blavatsky. No Souvenirs de Marie Antoinette, da condessa d'Adhemar, temos uma excelente descrição do conde, a quem Frederico, o Grande se referia como "o homem que não morre":


"Em 1743 propagou-se o rumor de que um estrangeiro, enormemente rico, a julgar pela magnificência de suas jóias, acabara de chegar a Versalhes. Ninguém jamais foi capaz de descobrir de onde viera. Sua figura era bem proporcionada e graciosa, suas mãos delicadas, seus pés pequenos, e as pernas bem formadas, realçadas por meias de seda bem justas. Seu vestuário bem talhado sugeria uma forma de rara perfeição. Seu sorriso mostrava dentes magníficos, uma bonita covinha marcava-lhe o queixo, seu cabelo era negro e o olhar doce e penetrante. E, oh, seus olhos! Jamais vi semelhantes. Ele parecia ter cerca de quarenta ou quarenta e cinco anos de idade". Manly P. Hall

Será possível para um homem alcançar a imortalidade? Esta é a crença impressionante que envolve a histórica figura conhecida como Conde de Saint-Germain. Registros de seu nascimento situam seu nascimento no século XVII [anos 1600] mas, alguns, acreditam que sua longevidade recua à tempos anteriores à Era Cristã. Ele aparece muitas vezes ao longo da História mesmo recentemente, na década de 1970, sempre aparentando cerca de 45 anos de idade. Foi conhecido de muitas figuras notáveis da Europa, como Casanova, Madame Pompadour, Voltaire, o rei Luís XV, Catarina, a Grande, Anton Mesmer e outros.

Origens ─ A genealogia compilada por Annie Besant [teósofa] para o livro The Comte De St. Germain: The Secret of The Kings, assegura que o homem que ficou conhecido como Conde de Saint-Germain era filho de Francis Racoczi II, príncipe da Transilvânia, sua terra natal. Sua data de nascimento como Saint-Germain é estabelecida em 28 de amio de 1696. Outros relatos, considerados menos sérios, dizem que ele já vivia na época de Jesus; que esteve presente nas Bodas de Canaã, quando o jovem Messias transformou água em vinho; também teria assistido o Concílio de Nicéia, em 325 d.C..
Uma opinião unânime é que Saint-Germain dominava a Alquimia, a ciência mística que se trata do controle dos Elementos e cujo principal objetivo é encontrar a fórmula da famosa Pedra Filosofal ou Pedra dos Filósofos da qual, diz a tradição, se adicionada na fusão de metais ordinários, transforma-os em ouro ou prata. Além disso, a Pedra, pulverizada, compõe a fórmula do Elixir da Longa Vida. O preparo deste elixir, a descoberta deste grande segredo da alquimia, é a grande proeza atribuída ao Conde de Saint-Germain: esta seria a explicação de sua misteriosa longevidade.

Na Corte Européia ─ Na Europa, em 1742, o Conde de Saint-Germain era um personagem de destaque na alta sociedade. Ele tinha passado cinco anos na corte do Xá da Pérsia onde aprendeu a arte da joalheria. Ele conquistou os ricos e a realeza com seu vasto conhecimento de ciência e história, sua habilidade musical, seu charme, encanto pessoal e inteligência rápida. Falava fluentemente muitas línguas: francês, alemão, holandês, espanhol, português, russo e inglês além de ser familiarizado com o chinês, latim e árabe bem como o grego e o sânscrito.

Sua extraordinária sabedoria, sem dúvida contribuiu para que se tornasse um homem notável mas uma anedota [um caso muito divulgado], de 1760, pode ter gerado a lenda de que Saint-Germain era imortal. Naquele ano, em Paris, a Condessa von Georgy ouviu dizer que um Conde de Saint-Germain havia chegado para uma festa na casa de Madame Pompadour, amante do rei Luís XV, da França.
A velha condessa estava curiosa porque tinha conhecido o Conde de Saint-Germain em 1710. Ao encontrar Saint-Germain ficou completamente espantada: era jovem demais! Certamente, conhecera o pai dele em Veneza... ─ Não, madame ─ disse o conde. ─ Mas eu mesmo vivia em Veneza no fim do último século e começo deste século e tive a honra de fazer-lhe a corte na ocasião...

─ Impossível! ─ replicou a condessa ─ O conde de Saint-Germain que eu conheci naqueles dias tinha 45 anos mais ou menos e você, para ter 45 hoje!
─ Madame, eu sou muito velho ─ explicou o conde, sorrindo.

LENDAS...
Na época de Luís XV, em Versalhes [1758], além de ser conhecido como ourives e lapidador, trabalhava a tintura em tecidos de modo que jamais desbotavam.
Dizem que certa vez, o Conde de Saint-Germain assombrou a corte do rei Luís XV, quando o rei reclamou para si possuir um diamante de tamanho médio que, por ter um pequeno defeito, valia apenas seis mil libras e que, se tal falha não existisse, valeria pelo menos o dobro. Saint-Germain solicitou a pedra e, após um mês, devolveu-a ao joalheiro real, com o mesmo peso, sem que apresentasse a mínima anomalia. WIKIPEDIA

Os diamantes que decoravam seus sapatos valiam a soma considerável de duzentos mil francos. [Idem] O único retrato conhecido de Saint-Germain data da época em que freqüentou Versalhes, entre 1758 e 1760. O autor do retrato é desconhecido. The Count of St-Germain. Doug Skinner, 2001 ─ In FORTEAN TIMES
O nome, Saint-Germain, não seria herdado de família, mas inventado por ele mesmo, versão francesa para o latim Sanctus Germanus ou Irmão Santo.





POUCOS LIVROS




Apesar da erudição, o Conde de Saint-Germain não deixou muitos escritos. Dois destes raros trabalhos são:
La Tres Sainte TrinosoPhie [A Santíssima Trinosofia ou A Santíssima Sabedoria Tríplice], encontrado na Biblioteca de Troyes e La Magie Sainte [França], na Philosophical Research Society [Inglaterra], ambos "dedicados inteiramente aos segredos mais profundos da tradição esotérica" [Manly P. Hall, 2003].
Sobre a Trinosofia, comenta Hall [2003]: "Este manuscrito único, La Tres Sainte TrinosoPhie, é de máxima importância para todos os estudiosos da maçonaria e das ciências ocultas. Não só é o único escrito místico do conde de Saint-Germain, como também é um dos documentos mais extraordinários relativos às ciências herméticas jamais compilado".
Saint-Germain possuía uma magnífica biblioteca e sabe-se que escreveu sobre ciências ocultas, especialmente textos que foram usados por seus discípulos.

Quando o Conde morreu, estes escritos desapareceram, possivelmente recolhidos, tirados de circulação por membros da sociedade secreta à qual pertencia Saint-Germain, ainda que tal Sociedade seja um outro mistério para alguém que fez parte de tantas.

Sempre Presente ─ Velho, Jamais

Nos 40 anos subseqüentes, naquela segunda metade do século XVIII, Saint-Germain viajou intensamente percorrendo toda a Europa. Aqueles que o encontraram e reencontraram ficavam impressionados com suas muitas peculiaridades e habilidades:
*Tocava violino como um virtuoso
*Era um pintor de talento, considerado perfeito
*Onde que que estivesse, em suas viagens, sempre instalava um elaborado laboratório, presumivelmente para seu trabalho em Alquimia.
*Parecia ser e vivia como um homem rico, de grande fortuna; todavia, não tinha contas em bancos.
*Participava freqüentemente de jantares com amigos porque gostava da companhia deles mas, raramente foi visto comendo em público. Ele se mantinha, diziam, com uma dieta de farinha de aveia!
*Médico, curandeiro, mago, prescrevia fórmulas para remover as rugas e tingir os cabelos.
Amava pedras preciosas e muitas de suas roupas, incluindo os sapatos, eram adornados com elas.
*Conhecia uma técnica perfeita de colorir as gemas.
*Dizia que podia fundir vários diamantes pequenos e obter um grande. Dizia também que podia produzir pérolas de diferentes tamanhos.
*Relacionava-se ou foi relacionado com várias sociedades secretas, incluindo Rosacruzes, os Freemasons, Society of Asiátic Brothers [Irmãos Asiáticos], Cavaleiros da Luz, os Iluminati e a Ordem dos Templários.

Voltaire, o renomado filósofo do século XVIII, ele mesmo um respeitado homem da ciência, da razão, um homem do Iluminismo, teria dito sobre Saint-Germain: "É um homem que nunca morre e que conhece todas as coisas". Ao longo do século XVIII, o Conde de Saint-Germain continuou a usar seu espantoso conhecimento do mundo em meio às intrigas políticas e sociais da elite européia:
*Na década de 1740, foi um diplomata conceituado na corte do rei Luís XV desempenhando missões secretas na Inglaterra.
*Em 1760, cumpriu missão similar em Hague [Haia ─ Holanda], onde encontrou o famoso sedutor Giacomo Girolamo Casanova. Sobre Saint-Germain, Casanova disse: "Esse homem extraordinário... eu poderia dizer que ele tinha, com certeza, uns 300 anos de idade. Conhecia os segredos da medicina universal e dominava a Natureza; ele podia derreter diamantes... Tudo isso era brincadeira para ele".
Em 1762 ele viajou para a Rússia onde, se diz, participou da conspiração que colocou Catarina, a Grande, no trono. Depois, foi conselheiro do Exército Imperial Russo na guerra contra a Turquia [que os russos ganharam].
*Em 1774 Saint-Germain retornou à França quando Luís XVI e Maria Antonieta ocuparam o trono. Diz a lenda que ele advertiu os monarcas sobre a Revolução que eclodiria 15 anos depois.
Em 1779 ele foi a Hamburgo, Alemanha, onde tornou-se amigo do príncipe Charles de Hesse-Cassel. Nos cinco anos seguintes, viveu como hóspede daquela corte, no Castelo de Eckernförde e, de acordo com os registros, ali morreu o Conde de Saint-Germain, em 27 de fevereiro de 1784, de pneumonia.

AS MUITAS VIDAS DE SAINT GERMAIN

De acordo com a Teosofia e os Ensinamentos do Mestres Ascensos viveu em diferentes épocas históricas assumindo diferentes identidades, como as dos personagens históricos listados abaixo:



































São José, Pai de Jesus --Cristovão Colombo ─ Francis bacon : algumas vidas de Saint-Germain

Legislador durante a Idade do Ouro da Civilização, na região do Deserto do Saara,em uma colônia Atlante, quando o lugar ainda não era o Deserto, há 70 mil anos atrás.
Sumo-sacerdote em Atlântida, há 13 mil anos atrás, servindo à Ordem do Mestre Zadkiel no Templo da Purificação, localizado onde, hoje, é a ilha de Cuba.
SAMUEL, século 11 a.C., líder religioso em Israel. Profeta, sacerdote e o último dos Juízes hebreus.
SÃO JOSÉ, no primeiro século d.C., marido-tutor de Maria e Guardião de Jesus.
SAINT ALBAN [Santo Albano], a data de seu nascimento é incerta bem como a de sua morte de modo que sua vida fica situada entre os séculos II e III da Era Cristã. Junto com Julius e Aarão, é considerado um dos três mártires cristãos da Bretanha. Alban, que viveu em Verulamium, sendo pagão, acolheu um sacerdote cristão perseguido pelo imperador Diocleciano. Alban salvou a vida do religioso fazendo-se passar por ele e foi decapitado.
PROCLO [Proclus 410-485 d.C.] ─ Atenas. Considerado o mais destacado filósofo neoplatônico, escreveu vasta obra sobre filosofia, astronomia, matemática e gramática.
MERLIN, cuja vida é situada entre os séculos V e VI d.C.., na Bretanha, foi mágico e conselheiro na corte de Camelot, do rei Arthur. MERLIN teria inspirado a criação da Ordem dos Cavaleiros da Távola Redonda.
ROGER BACON, Inglaterra [1220-1292]. Filósofo, reformador educacional e cientista experimental, precursor da ciência moderna por suas exaustivas investigações em alquimia, óptica, matemática e línguas.

SAINT-GERMAIN, ainda agindo sob novas identidades, teria sido o organizador das Sociedades Secretas na Alemanha nos séculos XIV e XV. Está ligado à figura de Christian Rosenkreuz [Rosa-cruz].

CRISTOVÃO COLOMBO [1451-1506], acredita-se, nascido em Gênova, Itália, estabelecido em Portugal, alcançou, com uma pequena frota, a América do Norte, em 1492, sob o patrocínio dos reis espanhóis Isabela e Ferdinando.

FRANCIS BACON [1561-1626], Inglaterra. Filósofo, homem de política, ensaísta e mestre literário, segundo os Ensinamentos dos Mestres Ascensos, seria a verdadeira identidade de Shakespeare além de pai da ciência indutiva, precursor da revolução científica.

Informam, ainda os Mestres Ascensos, que Francis Bacon, após supostamente morrer no domingo de Páscoa, 9 de abril de 1626, assistiu ao próprio funeral, disfarçado. A seguir, teria, secretamente, viajado para a Transilvânia [na época, parte da Hungria; hoje, parte da Romênia] onde se instalou na Mansão Rakoczy, da família real húngara. Em maio de 1864, tendo alcançado sua Ascensão física, ou seja, a imortalidade e eterna juventude, atributos do sexto grau da Iniciação, adotou o nome de Saint-Germain.

Teósofos importantes, além de Blavatsky, afirmaram ter estado com Saint-Germain. Annie Besant o teria encontrado em 1896. C. W. Leadebeater escreveu que também esteve com ele, em Roma, 1926. Saint-Germain teria mostrado à Leadbeater um manto que pertencera a um imperador romano e revelou que, de fato, uma de suas residências era um castelo na Transilvânia. Guy Ballard, fundador do Movimento EU Sou, disse que encontrou Saint-Germain no Monte Shasta, na Califórnia, em 1930.

E ele continua aparecendo! No site Brother Veritus, uma notícia informa que que em 1987, na Pensilvânia [USA], Saint Germain visitou, em pessoa, para o medium, místico Canalisador de Transe [!] Philip Burley a quem instruiu sobre o Caminho Espiritual e desenvolvimento da mediunidade...

Mas Dizem Que Ele Não Morreu!

Para qualquer outro homem, o registro de óbito de Eckernförde seria o fim da história; mas não para o Conde de Saint-Germain. Ele continuaria sendo visto nos séculos XIX e XX.
*Em 1785 [um ano portanto depois de sua alegada morte], foi visto na Alemanha com Anton Mesmer, o pioneiro d hipnotismo [ou mesmerismo]. Muitos sustentam que foi Saint-Germain quem instruiu Mesmer na técnica-arte do hipnotismo e do magnetismo pessoal.

*No mesmo ano [1785], dados oficiais da Maçonaria mostram que a Sociedade escolheu Saint-Germain como seu representante na convenção daquele ano.
*Depois da Queda da Bastilha, durante a Revolução Francesa, em 1789, a Condessa d'Adhémar disse que teve uma longa conversa com o Conde de Saint-Germain. Ele teria revelado a ela o futuro imediato da França. Em 1821, ela escreveu: "Eu tinha visto Saint-Germain novamente e, a cada vez, mais me espantava. Eu o vi quando a rainha [Antonieta] foi assassinada [executada pela Revolução de 1789], no 18 de Brumário; no dia seguinte à morte do Duque d'Enghien, em janeiro de 1815 e na véspera do assassinato do Duque de Berry. A última vez em que a Condessa o viu foi em 1820 e ele sempre manteve a aparência de um homem de 45 anos...

*Em 1774 apareceu na Bavária sob o nome de Conde Tsarogy. Em 1776, ainda na Alemanha, tornou-se Conde Welldone, especialista em cosméticos, vinhos, licores e elixires.

Depois de 1821, ao que tudo indica, Saint-Germain pode ter assumido uma outra identidade. Albert Vandam escreve, em suas memórias, ter encontrado um homem muito semelhante a Saint-Germain que se apresentava como Major Fraser. Vandam escreveu:

Ele se apresentava como Major Fraser, vivia sozinho e nunca se referiu à família. Gastava muito dinheiro embora a origem de sua fortuna fosse um mistério para todos. Possuía um maravilhoso conhecimento sobre todos os países da Europa ao longo de toda a sua História. Sua memória era absolutamente incrível e, curiosamente, freqüentemente, dava a entender àqueles que o ouviam, que tinha adquirido conhecimento em outro lugar além dos livros. Ele me disse, com um estranho sorriso que tinha conhecido Nero, falado com Dante e outras proezas.

O Major Fraser desapareceu sem deixar traço. Entre 1880 e 1900, o nome de Saint-Germain ressurgiu quando membros da Sociedade Teosófica, incluindo sua fundadora, Helena Petrovna Blavatsky, revelaram que o misterioso personagem estava vivo e trabalhando "pelo desenvolvimento espiritual do Ocidente". Atestando a veracidade da informação, existe até uma fotografia, alegadamente genuína, onde aparecem Balvatsky, Saint-Germain e os Mestres El Moria e Kuthumi.

Em 1972, um homem apareceu declarando ser Saint-Germain [o quê, em si mesmo, é um fato suspeito]. Seu nome era Richard Chanfray. Virou atração na TV francesa onde, fez o seu show, transformando, aparentemente, chumbo em ouro diante das câmeras. Chanfray cometeu suicídio em 1983 [o que desacredita completamente sua suposta identidade com o Conde porque o suicídio e também o show na TV não atitudes coerentes com a formação de um ocultista tão poderoso].








Saint-Germain: Mestre Ascencionado






A biografia do Conde de Saint-Germain, com tantos episódios mais ou menos fantásticos, sem dúvida, é o retrato de um personagem fascinante; se for ficção, é uma ficção deliciosa. A questão da imortalidade do Conde talvez seja o ponto mais polêmico desta biografia.
Enquanto alguns defendem a idéia de um Saint Germain alquimista, que se mantinha vivo e jovem ao longo de milênios graças a um miraculoso Elixir da Longa Vida, outros entendem que o Conde atravessou Eras e protagonizou fatos históricos através de um processo de sucessivas reencarnações na rara condição de ter se mantido sempre consciente de si mesmo como Ser imortal, beneficiando a si mesmo e aos outros com o conhecimento adquirido nas experiências de tantas vidas.
Não obstante a notoriedade das personalidades assumidas pelo Conde ─ São José, Francis Bacon, Cristovão Colombo etc., foi como Conde de Saint-Germain que este Espírito Peregrino tornou-se mais famoso e lendário. Após sua última morte oficial, no Castelo de Eckernförde em 1784, aquele Espírito teria alcançado, enfim, a condição de Cohan, Guardião da Chama Violeta, Mestre Ascencionado da verdadeira, invisível e espiritual Grande Fraternidade Branca.
A crença nos Mestres Ascencionados, embora tenha origem antiga, somente começou a se tornar conhecida no Ocidente a partir da divulgação do trabalho e das publicações da Sociedade Teosófica, na segunda metade do século XIX. H.P. Blavastky, pioneira da teosofia, falou sobre estes Mestres em escritos como The Mahatmas, Masters of Wisdom e Elder Brothers: "São chamados de mestres porque orientam espiritualmente os seres que estão em busca de evolução espiritual na Terra; e ascencionados porque já encarnaram e evoluíram hierarquicamente, afastando-se das limitações do plano terreno em direção à Luz, à ascensão espiritual"

O Livro de Ouro de Saint Germain
Saint-Germain, o Conde imortal, depois de morrer no século XVIII, além de ter aparecido na Europa e na América dos séculos XIX e XX, também escreveu livros! Mistérios Desvelados, A Presença Mágica EU SOU este, traduzido para o português sob o título de O Livro de Ouro de Saint-Germain, este último muito conhecido, foram supostamente ditados [pelo próprio Saint-Germain] a Guy Ballard [1878-1939], pseudônimo de Godfré Ray King, na década de 1930, na região do monte Shasta, Califórnia.

Independente de quem tenha escrito ou de como tenha sido escrito, o Livro de Ouro de Saint-Germain é uma obra curiosa. Este texto, possivelmente, é precursor/inspirador dos livros de auto-ajuda tão populares nos grandes núcleos da civilização contemporânea/pós-moderna.

Livros que recomendam e instruem sobre programas de controle do pensamento no sentido de promover a concentração mental em comandos [frases] positivas, construtivas, restauradoras da vida pessoal e social em todos os seus aspectos. São frases positivas dirigidas a qualquer objetivo de melhoria: desde mentalizações para a cura de doenças, para o saneamento da vida financeira, para ter um corpo perfeito, até a meditação para ajudar a Humanidade a sair do caos! O Livro de Ouro de Saint-Germain contém orientações para tudo isso e muito mais.

No Livro de Ouro, a idéia central é a afirmação da presença de Deus no Eu [Superior] de todas as pessoas. A doutrina é complexa [e não cabe neste ensaio] mas a prática é simplificada. Consiste no exercício diário das Afirmações. O fundamento da prática é um antigo dogma ocultista: "Pensar é Criar; falar é criar"; ou seja, toda realidade física [saúde, dinheiro, relações pessoais] e metafísica [disposições de espírito como tristeza, agitação, revolta, mágoa etc.] pode ser modificada pela AÇÃO do Pensamento e do Verbo [palavra] humanos. Meditemos...